Prazer, Letícia

Decidida a não entregar o seu hímen como um troféu a nenhum marido, a jovem Letícia deixou-se cair em tentação com alguns rapazes e o pai a castigou por isso. Será que vivenciar o próprio prazer é algo tão pecaminoso assim? Será que Letícia fez as escolhas certas? Quais as consequências disso?

Letícia sempre foi curiosa em relação ao sexo. Sentia muito desejo, assim como os homens que tinham a liberdade de o sentir sem serem condenados por isso. Ela se incomodava com a forma servil como a mãe se submetia ao pai e questionava a forma diferenciada com que era tratada, só por ser menina.

Nenhuma família do bem e que preservava os bons costumes podia ter uma filha que sente tais desejos. Homens podiam transar com quem quisessem, mas jamais as mulheres. A elas era negado o prazer, o desejo e a vontade. Letícia não queria ser uma delas e lutou por isso.

Em “Prazer, Letícia” você encontrará uma jovem que não quer seguir os padrões impostos às mulheres de sua época, uma mãe apaziguadora e homens extremamente machistas; tudo isso em plena década de 90.


Atenção: Leitura imprópria para menores de 18 anos.